Trecho do Livro: A Mulher Bendita diante dos Ataques Protestantes: Respostas Irrefutáveis às Objeções Protestantes contra o Culto da Santíssima Virgem Maria.
Vocês sabem qual é o processo que faço para reeditar uma obra? Segue as etapas: 1) Transcrição da obra inteira que está em Domínio Público, utilizo para isso um exemplar físico ou escaneado. Eu redigito a obra inteirinha passando para grafia atual, trocando palavras arcaicas, adicionando significado de outras nas Notas de Rodapé, e adicionando também algumas complementando algo ou atualizando. A parte mais demorada. Nesta etapa também já dou uma formatação mais moderna e uniformizada do livro. 2) Reviso o livro inteiramente corrigindo pequenos errinhos. Adiciono as Informações Editoriais, crio a capa e adiciono mais notinhas. 3) Com a primeira revisão, a estrutura do Ebook está pronta, passo pro meu Kindle e leio inteiramente novamente tirando foto de novos errinhos que passaram. Depois corrijo-os. 4) Lançamento do Ebook. 5) Início da preparação da Versão Física. Como os e-readers adaptam o conteúdo à tela e é maleável, você pode alterar o tamanho de letra, e...
É possível que alguém, por honrar demais Nossa Senhora, acabe por adorá-la? Não, pois o culto que prestamos à Virgem Maria é o de superveneração (hyperdulia), totalmente diferente do de adoração (latria). Padre Julio Maria de Lombaerde em seu livro: A Mulher Bendita diante dos Ataques Protestantes , explica que a hyperdulia " nada tem de comum com a adoração, de modo que, neste culto, o excesso é impossível; para que houvesse excesso, necessário seria que ultrapassando o culto de superveneração, alguém deslizasse na adoração, o que nenhum católico faz, nem pode fazer ". Os atos superficiais dos dois podem ser iguais, ajoelhar-se, fazer reverências, etc; porém o que diferencia é a disposição interior. Padre Julio diz ainda: "A adoração não consiste só no ato exterior, mas sim no espírito que pretende tributar honras divinas a qualquer pessoa. Não querendo alguém adorar, não adora. E nenhum católico já teve ideia de adorar outra pessoa a não ser Deus." Nenhuma pesso...
Muitas pessoas pensam que os profetas são somente pessoas que preveem o futuro. Nada disso. A Bíblia Ave-Maria , nas introdução do livro dos Reis traz esta definição muito interessante: "Profeta não significa o homem que prediz o futuro, embora ocasionalmente o faça. Profeta significa o homem que fala em nome de Deus. É antes de tudo, um pregador que exorta o povo ser fiel a Deus." Nós também podemos ser profetas de Deus e até mesmo "prever" o futuro de certa forma. Sendo pessoas de oração, que meditam a palavra e que praticam a caridade, se tivermos que aconselhar alguém, compararemos a situação com a vontade de Deus e saberemos o que ela tem que fazer para realizar a vontade d'Ele. Se estiver em desacordo e a pessoa quer permanecer assim mesmo, podemos "prever" que o futuro será desastroso.
Many people look for peace by trying to control everything: their plans, their future, their reputation, their health, their finances, and even the opinions of others. Yet the more they try to control, the more anxious they often become. The Christian path to peace is different. It does not begin with control, but with trust. True peace of soul is born when a person begins to believe, not only in theory but in practice, that God governs all things with wisdom, goodness, and love. This is the peace that comes from confidence in Divine Providence. What Is Divine Providence? Divine Providence is the loving care by which God governs creation and directs all things toward His purposes. Nothing escapes His knowledge. Nothing is outside His power. Nothing can happen unless He permits it. This does not mean that God causes sin, nor that every human action is pleasing to Him. But it does mean that even the painful and mysterious events of life remain under His sovereign permission. ...
Perguntei em nossas Redes Sociais qual era a relação do membro "pescoço" com a Virgem Maria. Ninguém acertou. Vou revelar isso agora neste artigo. Tem a ver com o Corpo Místico de Cristo, São Paulo utiliza muito esta imagem em que Cristo é a Cabeça e nós somos seus membros. Eis uma passagem, dentre várias, em que ele diz isso: “Assim como num só corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim ainda que muitos, somos um só corpo em Cristo, e cada um de nós membros uns dos outros. (Rm 12, 4-5)” Agora onde diz que Cristo é a Cabeça do Corpo: “E ele é a Cabeça do corpo, da Igreja, e é o Princípio, o primogênito dentre os mortos; de maneira que ele tem primazia em todas as coisas, porque foi do agrado do Pai, que residisse nele toda a plenitude, e que por ele fossem reconciliadas consigo todas as coisas. (Cl 1, 18-19)” Agora vem a resposta. Padre Julio Maria de Lombaerde explica em seu livro: A Mulher Bendita diante dos Ataques Protestantes : "...
Few questions touch the human heart as deeply as the question of suffering. Why does God permit illness, humiliation, loss, disappointment, poverty, contradiction, and grief? If God is good, why does He allow His children to suffer? This question is not merely philosophical. It becomes very real when suffering enters our own home, our own body, our own family, or our own soul. At such moments, easy answers are not enough. The Christian heart needs something deeper: the light of faith. Related Catholic Spiritual Reading This reflection is connected to the themes found in Christian Reflections: Selected Passages from the Writings of St. Claude de la Colombière , a short Catholic work on the Will of God, adversity, and persevering prayer. Read Christian Reflections on Amazon Kindle Suffering Is Not Outside God’s Providence One of the most important truths of Catholic spirituality is that nothing happens outside the providence of God. This do...
Every Christian who prays seriously will eventually face a difficult question: what should I do when God seems silent? We pray for help, for healing, for conversion, for peace, for a resolution to some painful situation. We ask once, twice, many times. Yet nothing seems to change. The suffering remains. The door stays closed. The person we love does not convert. The temptation continues. The answer does not come. At such moments, the soul can easily become discouraged. It may begin to wonder whether God is listening at all. But in the Catholic spiritual life, silence is not always absence. Delay is not always refusal. And unanswered prayer is not always a sign that God has rejected us. God’s Delays Are Not God’s Refusals One of the greatest temptations in prayer is impatience. We ask God for something, and if He does not answer quickly, we assume that He has said no. But God does not act according to our haste. He sees more than we see. He knows not only what we ask, but wh...
Jesus veio para nos salvar e não para nos condenar; porém sua presença entre nós já comporta uma decisão frente a Ele: de aceitá-l'O ou de rejeitá-l'O. Rejeitá-l'O, ou ser indiferente aos seus ensinamentos, já é uma causa de possível condenação, tornando-se assim, a "pedra de tropeço". Nós que já conhecemos Jesus, temos que ter cuidado redobrado para que isso não aconteça com a gente, pois muito nos foi dado e muito nos será cobrado. Esta explicação encontrei na Bíblia da Universidade de Navarra (Espanhol) versão eBook Kindle .
There are moments in the Christian life when the Will of God is easy to accept. When life is peaceful, when prayers seem to be answered, when our plans move forward without resistance, it is not difficult to say: “God is good.” But there are other moments when the Will of God seems hidden beneath suffering, disappointment, delay, illness, loss, humiliation, or uncertainty. In those moments, the soul may ask: Why has God permitted this? Why did He not prevent it? How can this be part of His providence? These questions are not signs of weakness. They are deeply human questions. Many saints wrestled with them. What made them saints was not that they never suffered, but that they learned to suffer with faith, trust, and abandonment to God. God’s Will Is Not Always Easy to Understand One of the great difficulties of the spiritual life is that we see only a small part of reality. We see the present trial, but not its future fruits. We see the wound, but not the healing God may bring ...
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